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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Soneto de Camões, sob nova ótica.

Olá!
É bom quando alguém tem uma visão diferente, principalmente depois de tanto tempo,
da que é comum, tradicional.
Não é necessário concordar, mas é bom saber de outras formas de pensar, de ver as coisas. Faz abrir a mente, pensar além e usar a massa cinzenta um pouco mais.
Esta visão/interpretação leva a sorrir, o que é melhor ainda. Mesmo que muitos possam considerar um tanto debochada. 

Com carinho,
                           Lúcia Barros 






Vestibular da Universidade de Santa Catarina cobrou dos candidatos a
interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:


 
"Amor é fogo que arde
sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer ".

Uma vestibulanda de 18 anos deu a sua interpretação :
"Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !"

 

A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões
era apenas falta de mulher...