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domingo, 3 de fevereiro de 2013

A caverna do tesouro

 

 Olá!

Gosto de ilustrações. Fixam-se na memória com mais facilidade ajudando a lembrar o assunto tratado. Espero que goste desta. É triste, mas, é um grande alerta.

 

Dinheiro, com certeza é importante, mas... será realmente o mais importante? 

Quantas vezes os valores são invertidos, e, descobre-se tarde demais, que as escolhas feitas não trouxeram a almejada felicidade. Que a simplicidade teria dado mais alegria, permitido aproveitar mais o que realmente importa, que são as pessoas.

 

Com carinho,

                                     Lúcia Barros  

 

A caverna do tesouro

 Autor desconhecido.

 

Uma mulher pobre passeava com seu filhinho num bosque quando ouviu um voz que vinha de dentro de  uma caverna:
- Aqui dentro há muito ouro, prata e pedras preciosas. Pegue o que quiser.

Meio desconfiada, olhou no interior da caverna e constatou que, de fato, ela estava recheada de tesouros insondáveis.
- Posso mesmo pegar o que quiser?
- Sim, mas, você poderá encher apenas uma sacola e terá apenas dois minutos para escolher o que quer levar. Depois deste tempo, saia correndo, pois a caverna se fechará para sempre com tudo que ainda estiver aqui dentro.

Premida pelo tempo e com tantas opções à sua frente, a mulher escolhia, juntava, trocava, destrocava, ajeitava os objetos na sacola, trocava novamente.
- Agora você tem apenas 10 segundos… 9, 8, 7…

Ela pegou mais umas pedras preciosas.
- 6, 5, 4…

Pegou mais uma bandeja de ouro e saiu correndo.



Já do lado de fora, ainda teve tempo de assistir a entrada da caverna se transformando num imenso paredão de rocha. Olhou a sacola, avaliou o que havia conseguido juntar e concluiu que agora era uma mulher rica e iria poder dar ao seu filho uma vida melhor…
- Meu Deus… meu filho! Meu filho, meu Deus, meu filho…


Na correria, esqueceu seu filho dentro da caverna. Para sempre!

Não deixe a correria da vida fazê-lo
se esquecer das pessoas que você ama.


Seja a vossa vida isenta de ganância,
contentando-vos com o que tendes;
porque ele mesmo disse:
Não te deixarei,
nem te desampararei.

Hebreus 13.5
Autor desconhecido. (Se souber quem é o autor, é só falar, que lhe será devidamente creditado.)